Um maestro louco agita aleatoriamente a batuta do destino.
Segue-se o andamento descompassado de um querer alucinado e luciferino.
Hah! É mesmo isso!
A mão doida daquele que manda vai descarrilar as pernas daquela gente toda que não sabe por onde anda no seu caminhar submisso!
Hah! Ai vai, vai!
E, para esses, não há mãe nem pai! Não há mão para amparar o corpo que cai!
Oh! Choremos de euforia para dar largas à alegria!
Isso é que é! Risquemos avenidas de espanto com pontos de exclamação cravados no chão, como altares a um qualquer santo adorado sempre de pé para testar a força da nossa fé!
Vamos seguir o maestro louco!
Vamos segui-lo e deixar de fazer pouco!
Olhem! Cantem com ele o Hino à Alegria!
Se houvesse um maestro louco que me guiasse era o que eu faria!
Segue-se o andamento descompassado de um querer alucinado e luciferino.
Hah! É mesmo isso!
A mão doida daquele que manda vai descarrilar as pernas daquela gente toda que não sabe por onde anda no seu caminhar submisso!
Hah! Ai vai, vai!
E, para esses, não há mãe nem pai! Não há mão para amparar o corpo que cai!
Oh! Choremos de euforia para dar largas à alegria!
Isso é que é! Risquemos avenidas de espanto com pontos de exclamação cravados no chão, como altares a um qualquer santo adorado sempre de pé para testar a força da nossa fé!
Vamos seguir o maestro louco!
Vamos segui-lo e deixar de fazer pouco!
Olhem! Cantem com ele o Hino à Alegria!
Se houvesse um maestro louco que me guiasse era o que eu faria!

